Minha infância foi sempre pautada com muita brincadeira, pois tenho uma família grande, e também com muita leitura. Em várias experiências de leitura que tive foi ver minha avó e minha mãe, mesmo tendo muita tarefa, lendo um livro atrás do outro. E elas tinham uma boa biblioteca particular e estimulava a mim e a meus irmãos a que lêssemos bastante. No início, não foi fácil, mas depois de descobrir o mundo mágico da leitura através de livros fascinantes de Monteiro Lobato, tomei gosto pela leitura. Acabei lendo quase toda a obra dele: Reinações de Narizinho, Caçadas de Pedrinho, O Sítio do Pia-pau Amarelo, etc.
Fui crescendo e mudando o tipo de literatura, mas nunca deixando de ler.
A escrita foi por um caminho bem peculiar. No começo, como é natural, cometia muitos erros, fugia do tema, enfim, não fazia uma boa redação. Tanto que num exame para ingresso no Colégio Naval de Angra dos Reis, cometi um erro grave na redação cujo o tema era "Onde há fumaça, há fogo". O que puderem associar com o tema fogo propriamente dito, foi o que fiz. Mas as coisa melhoraram até porque a leitura continuou. O vocabulário foi e continua melhorando e se ampliando.
Por conta de participar de 2 grupos de apoio à adoção (tenho 2 filhos biológicos e minha filha adotiva), fui convidado em 2011 a escrever num blog de um político sobre adoção. Tinha que postar artigos a cada semana ou a cada dez dias. Muitas vezes buscava notícias sobre adoção, mas na maioria das vezes, escrevia sobre o tema. Isso me deixava muito feliz, pois além de estar divulgando a causa, estava fazendo algo que me satisfaz. Depois de um tempo, o blog saiu do ar e parei com essa prática. Mas sempre escrevi nos periódicos do ADOTE, grupo de apoio à adoção de Rio Claro, sempre com assuntos relevantes e importantes sobre a adoção.
Uma outra experiência de escrita que tenho é que sou espírita e médium psicógrafo. Preciso, para exercer bem esta tarefa, ter a leitura sempre em dia para poder fornecer um bom arquivo para que o espírito o utilize e não encontre dificuldades em escrever por meu intermédio. Tenho um romance mediúnico publicado em 2005 sob o título "O Escritor Renasceu", pela Editora Pietro de Uberlândia. Além deste, tem mais um outro romance acabado, pronto para editar, mas que precisa de verba para tanto. Seu título é "A Escola de Ontem". Existem diversos livros de mensagens que psicografei desde o início da década de 1990. São livros de mensagens a respeito dos evangelhos de Mateus, João Marcos e Lucas, bem como sobre as cartas de Paulo. Todos estes livros são da autoria do espírito João Luiz.
Acredito que esta minha história podia ser contada como experiência em leitura e escrita.
Oi! me chamo Maria Aparecida Cunha e lembro muito da minha infância, principalmente quando entrei na escola e comecei então a ter contato com a leitura e a escrita. Era uma criança quieta, mas com muita vontade de aprender. Gostava de ler e ilustrar as histórias que lia ou que me contavam. Durante as aulas tínhamos várias atividades e ainda havia muita tarefa de casa que eu fazia com o auxílio do meu pai. Um livro em que li foi o "O Sítio do pica pau amarelo", adorava aquela história em que uma boneca de pano falava!!! era muito interessante. Acredito que o contato que tive com a leitura e escrita na escola somado ao que havia na minha casa me incentivaram muito a gostar de ler e escrever.
Iraldo
Minhas experiências com a leitura começou na tenra infancia , como leitor de gibis e revistinhas.Já era um leitor voraz, no começo ainda nâo alfabetizado ficava admirado , no ínicio com as gravuras e posteriormente com as letras. Depois de alfabetizado, continuei um bom tempo com as revistimhas em quadrinhos. Mas parti para asuntos mais sérios com a leitura de jornais que meu irmão mais velho passou a comprar. Depois disso fui para os livros.
Oi! me chamo Maria Aparecida Cunha e lembro muito da minha infância, principalmente quando entrei na escola e comecei então a ter contato com a leitura e a escrita. Era uma criança quieta, mas com muita vontade de aprender. Gostava de ler e ilustrar as histórias que lia ou que me contavam. Durante as aulas tínhamos várias atividades e ainda havia muita tarefa de casa que eu fazia com o auxílio do meu pai. Um livro em que li foi o "O Sítio do pica pau amarelo", adorava aquela história em que uma boneca de pano falava!!! era muito interessante. Acredito que o contato que tive com a leitura e escrita na escola somado ao que havia na minha casa me incentivaram muito a gostar de ler e escrever.
Iraldo
Minhas experiências com a leitura começou na tenra infancia , como leitor de gibis e revistinhas.Já era um leitor voraz, no começo ainda nâo alfabetizado ficava admirado , no ínicio com as gravuras e posteriormente com as letras. Depois de alfabetizado, continuei um bom tempo com as revistimhas em quadrinhos. Mas parti para asuntos mais sérios com a leitura de jornais que meu irmão mais velho passou a comprar. Depois disso fui para os livros.
Márcia Zechin
ResponderExcluirMe lembro que minha infância eu e minha família morávamos com minha avó , que estava cursando o Mobral e ela utilizava a Cartilha Caminho Suave.
Quando a vi fiquei encantada, com as figuras.E junto com minha avó fui alfabetizada.Foi assim que comecei a ter gosto pela leitura principalmente os livros ilustrados, como os clássicos infantis.
Quando comecei a cursar o fundamental 2 o antigo ginásio , meus pais compraram minha primeira enciclopédia que tenho até hoje.
Eles sempre me incentivavam a ler, e cada vez mais fui tomando gosto pela leitura.
Na escola, sempre retirava livros, lembro bem da coleção vagalume, como " A Montanha Encantada " , " A Ilha perdida, o livro Poliana, Pequeno Príncipe etc.
Além da biblioteca da escola não deixava de ir a biblioteca municipal.
Tempo bom aquele.Hoje sem muito tempo disponível, a leitura está direcionada a artigos, pesquisas, atualidades que me ajudam muito no dia a dia na prática
Irene Menegatti
ResponderExcluirIRENE MENEGATTI FERREIRA(Novo)15/9/2013 21:38 - Editado(15/9/2013 21:54)
Boa noite
Boa noite
Venho de uma família de oito irmãos,que somente alguns tiveram oportunidades de concluir o primário.Pois a escola ficava distante de nossa casa,os filhos homens tinham que ir cedo para o trabalho na fazenda com meu pai.
Com passar dos anos mudamos para cidade,onde então tivemos maior oportunidade de estudar e trabalhar.Passei a estudar perto de minha casa,onde comecei a ler e escrever,minha emoção foi tanta quando descobri que sabia ler.
Tive bons professores e amigos,mas vejo que hoje alguns jovens não dão valor para leitura de um bom jornal,livros,ou assistir um bom filme.Com tudo isso busquei na leitura o conhecimento que precisava para ter um futuro melhor cheio de argumentos,criticas e sabedoria.
Devo essa conquista a minha mãe,que nunca desistiu de mim,estava sempre ali apoiando e dando força pra que terminasse os meus estudos.Quando me embarco para o fantástico mundo da leitura,eu faço parte dessa historia.
Irene Menegatti
ResponderExcluirIRENE MENEGATTI FERREIRA(Novo)15/9/2013 21:38 - Editado(15/9/2013 21:54)
Boa noite
Boa noite
Venho de uma família de oito irmãos,que somente alguns tiveram oportunidades de concluir o primário.Pois a escola ficava distante de nossa casa,os filhos homens tinham que ir cedo para o trabalho na fazenda com meu pai.
Com passar dos anos mudamos para cidade,onde então tivemos maior oportunidade de estudar e trabalhar.Passei a estudar perto de minha casa,onde comecei a ler e escrever,minha emoção foi tanta quando descobri que sabia ler.
Tive bons professores e amigos,mas vejo que hoje alguns jovens não dão valor para leitura de um bom jornal,livros,ou assistir um bom filme.Com tudo isso busquei na leitura o conhecimento que precisava para ter um futuro melhor cheio de argumentos,criticas e sabedoria.
Devo essa conquista a minha mãe,que nunca desistiu de mim,estava sempre ali apoiando e dando força pra que terminasse os meus estudos.Quando me embarco para o fantástico mundo da leitura,eu faço parte dessa historia.